domingo, 19 de setembro de 2010
Vacinação antirrábica
Apesar de eu ter resolvido levar meu "rapazinho", Ataulfo, (para quem não sabe, é um Lord felino finlandês)para tomar a vacina antirrábica, apenas após a divulgação da decisão do Ministerio da Saúde sobre quais lotes da vacina teriam causado a morte de cães e gatos Brasil afora, estou indignado com a irresponsabilidade do Gustavo Prandini em relaçao à vacina contra raiva para os bichinhos.Isso é grave e beira à loucura para os dias de hoje.Primeiro, a campanha acontece normalmente no mês de agosto e,só agora, na segunda quinzena de setembro, ela se efetiva e, segundo,porque a iniciativa nao veio acompanhada da devida atenção no que diz respeito à divulgação, pois muitos donos de animais nao ficaram sabendo.Isso é grave porque traz grande perigo para medida de prevençao na área da saúde pública e o prefeito parece nao saber disso.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Santa Laranja
Em meio a mais uma crise anual (pessoal) dessas ITE's (faringites, rinites, etc) percebo a força da laranja.
Que potência nos dá pelo gole contínuo de seu suco. Sentimos imediatamente uma recuperação palatal e aos poucos parece recompor toda a musculatura que trisma na febre, na dor e no calor.
Corizas se vão...tosse suspendida...recomposição requerida.
Ainda mais interpõe um campo de proteção que pode nos manter na sanidade permitida para o convívio urbano e insalubre. Viva a laranja!
Queria ter uma forma mais tênue para retirar da mesma o bom, o forte, o necessário. Ledo pensamento! Precisamos espremê-la. Retirar o supra sumo máximo significa deixá-la exposta ao nada...ao simples conteúdo de casca (azêda) e ao bagaço...remete-se provavelmente ao lixo.
Obrigado minha laranja. Desculpas por não respeitar tua estrutura, tua forma, tua essência.
Talvez a humanidade faça isso sempre...com as coisas (pessoas?) que apresentem algo de bom...que possa dar algum usufruto...que seja útil...que seja interessante.
A sugação cosmopolita...a centrífuga força da destruição de essências, corpos, seres...
Em que caminho estamos? Do sabor ou do (des)sabor? Da beleza da natureza ou da feiura da usurpação?
Por enquanto, agradeço pelo meu suco.
Que potência nos dá pelo gole contínuo de seu suco. Sentimos imediatamente uma recuperação palatal e aos poucos parece recompor toda a musculatura que trisma na febre, na dor e no calor.
Corizas se vão...tosse suspendida...recomposição requerida.
Ainda mais interpõe um campo de proteção que pode nos manter na sanidade permitida para o convívio urbano e insalubre. Viva a laranja!
Queria ter uma forma mais tênue para retirar da mesma o bom, o forte, o necessário. Ledo pensamento! Precisamos espremê-la. Retirar o supra sumo máximo significa deixá-la exposta ao nada...ao simples conteúdo de casca (azêda) e ao bagaço...remete-se provavelmente ao lixo.
Obrigado minha laranja. Desculpas por não respeitar tua estrutura, tua forma, tua essência.
Talvez a humanidade faça isso sempre...com as coisas (pessoas?) que apresentem algo de bom...que possa dar algum usufruto...que seja útil...que seja interessante.
A sugação cosmopolita...a centrífuga força da destruição de essências, corpos, seres...
Em que caminho estamos? Do sabor ou do (des)sabor? Da beleza da natureza ou da feiura da usurpação?
Por enquanto, agradeço pelo meu suco.
Será que estamos todos esperando Godot?
"Esperando Godot foi escrita pelo dramaturgo irlandês Samuel Becket em 1949, sendo que suas duas personagens são dois maltrapilhos, Vladimir e Estragon. Eles passam durante todo o tempo da peça embaixo de uma árvore, esperando por esse tal Godot, que não se define bem quem ou o que realmente seria, apenas que ele ou este lhe traria a esperança de dias melhores. Mas ele não apareceu, a espera se tornara infrutífera".
Obviamente que essa peça pode adquirir contornos individuais, e cada um pode interpretá-la de forma individual. Mas a esperança, creio eu, é um valor individual. Todos nós, independente de tempo e espaço, acreditamos em um acontecimento ou pessoa que venha a modificar a nossa pequena vida, e os métodos pelos quais esse fato ocorreria são também únicos. Durante toda a história Godot adquiriu roupagem diversa. Poderia-se dizer que durante o Feudalismo ele se travestiu na promessa do servo que almejava adquirir a sua liberdade e deixar de depender do seu senhor, sem ter de lhe pagar altas taxas e se manter preso a um sistema social arcaico e de papéis sociais bem definidos. Durante a Revolução Industrial Godot apareceu para os operários como uma esperança de salários e condições de trabalho dignas, em que, se não se obtivesse riqueza, ao menos os trabalhadores ganhassem o suficiente para assegurar-lhes uma existência digna. Já durante a Revolução Russa de 1917 se acreditava que Godot (inconscientemente) apareceria com uma nação sem disparidades sociais, em que tanto o jardineiro quanto o alto empresário tivessem os mesmos reconhecimentos e igualdade perante a lei e o governo.
Enfim, o mais interessante nisso tudo é o que esperamos, sempre, durante toda a nossa vida. Sonhos, ilusões, utopias, ideologias, ou simplesmente crenças religiosas. Todas elas tem por fim nos fazer crer em algo. Dinheiro, filhos saudáveis, família feliz, êxito profissional, justiça social, o fim da guerra no Iraque, igualdade entre os sexos, aquisição da casa própria, o tapamento do buraco da rua onde moramos, o reprise na televisão daquele filme que adoramos, aquele produto top de linha na loja do shopping, enfim, nossos desejos são realmente das mais variadas naturezas e nenhum deve ser encarado com pequenez em detrimento de outros. São os sonhos também que fazem de nós ser o que somos, e são eles também que nos mantém, em certo grau, a continuar vivendo.
Eu também tenho o meu Godot, é claro. Quando adolescente, acreditava que poderia usar o meu pretenso talento com as palavras na transformação de uma sociedade mais igualitária, sem tantas desigualdades sociais. Obviamente queria por consequência um rendimento que me proporcionasse uma vida confortável e com acesso aos produtos que almejo ou mesmo necessito. Mas o tempo passa, e muitas vezes a vida nos encaminha por vertentes diferentes daquela que nos moveu anteriormente. Hoje posso dizer que meus sonhos de juventude não se realizarão daquela forma, mas Godot não me desapareceu por completo. Apenas trocou de roupa. Continuo crendo na transformação social através da palavra e dos seus desdobramentos, como popularização da arte e cultura entre os homens, o que viria a torná-los mais cientes do seu papel crítico. E é isso que me mantém, mesmo com todos os pesares. Mas não sei quais serão as minhas esperanças dentro de alguns anos. Mesmo assim, continuo esperando Godot, e, enquanto existir, continuarei colocando mais um lugar à mesa e imaginando o que dialogaremos se ele finalmente aparecer. E você, o que espera dele?
Obviamente que essa peça pode adquirir contornos individuais, e cada um pode interpretá-la de forma individual. Mas a esperança, creio eu, é um valor individual. Todos nós, independente de tempo e espaço, acreditamos em um acontecimento ou pessoa que venha a modificar a nossa pequena vida, e os métodos pelos quais esse fato ocorreria são também únicos. Durante toda a história Godot adquiriu roupagem diversa. Poderia-se dizer que durante o Feudalismo ele se travestiu na promessa do servo que almejava adquirir a sua liberdade e deixar de depender do seu senhor, sem ter de lhe pagar altas taxas e se manter preso a um sistema social arcaico e de papéis sociais bem definidos. Durante a Revolução Industrial Godot apareceu para os operários como uma esperança de salários e condições de trabalho dignas, em que, se não se obtivesse riqueza, ao menos os trabalhadores ganhassem o suficiente para assegurar-lhes uma existência digna. Já durante a Revolução Russa de 1917 se acreditava que Godot (inconscientemente) apareceria com uma nação sem disparidades sociais, em que tanto o jardineiro quanto o alto empresário tivessem os mesmos reconhecimentos e igualdade perante a lei e o governo.
Enfim, o mais interessante nisso tudo é o que esperamos, sempre, durante toda a nossa vida. Sonhos, ilusões, utopias, ideologias, ou simplesmente crenças religiosas. Todas elas tem por fim nos fazer crer em algo. Dinheiro, filhos saudáveis, família feliz, êxito profissional, justiça social, o fim da guerra no Iraque, igualdade entre os sexos, aquisição da casa própria, o tapamento do buraco da rua onde moramos, o reprise na televisão daquele filme que adoramos, aquele produto top de linha na loja do shopping, enfim, nossos desejos são realmente das mais variadas naturezas e nenhum deve ser encarado com pequenez em detrimento de outros. São os sonhos também que fazem de nós ser o que somos, e são eles também que nos mantém, em certo grau, a continuar vivendo.
Eu também tenho o meu Godot, é claro. Quando adolescente, acreditava que poderia usar o meu pretenso talento com as palavras na transformação de uma sociedade mais igualitária, sem tantas desigualdades sociais. Obviamente queria por consequência um rendimento que me proporcionasse uma vida confortável e com acesso aos produtos que almejo ou mesmo necessito. Mas o tempo passa, e muitas vezes a vida nos encaminha por vertentes diferentes daquela que nos moveu anteriormente. Hoje posso dizer que meus sonhos de juventude não se realizarão daquela forma, mas Godot não me desapareceu por completo. Apenas trocou de roupa. Continuo crendo na transformação social através da palavra e dos seus desdobramentos, como popularização da arte e cultura entre os homens, o que viria a torná-los mais cientes do seu papel crítico. E é isso que me mantém, mesmo com todos os pesares. Mas não sei quais serão as minhas esperanças dentro de alguns anos. Mesmo assim, continuo esperando Godot, e, enquanto existir, continuarei colocando mais um lugar à mesa e imaginando o que dialogaremos se ele finalmente aparecer. E você, o que espera dele?
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O dia da Independência (7) foi comemorado com desfile cívico-militar.
O Dia da Independência (7) foi comemorado com desfile cívico-militar na avenida Getúlio Vargas passando pela Praça 7 de Setembro. A partir das 8h, escolas da rede estadual, municipal e privada, desbravadores, Guarda Municipal, grupos táticos e bandas civis percorreram a via pública que, em suas laterais, estava repleta de pessoas que assistiam à parada.
O monlevadense, apesar da turbulência e transtornos políticos em que vive, tem um sentimento cívico muito forte. O motivo disso é que Monlevade tem uma tradição nos desfiles cívicos.Estive presente no evento, prestigiando e representando a minha escola. Pude perceber, na ocasião, que o sentimento cívico era especialmente notável nas gerações mais jovens dos alunos que participaram do desfile. Nossos jovens estão mais preparados. Conhecem melhor a história de nosso país, acredito.
O monlevadense, apesar da turbulência e transtornos políticos em que vive, tem um sentimento cívico muito forte. O motivo disso é que Monlevade tem uma tradição nos desfiles cívicos.Estive presente no evento, prestigiando e representando a minha escola. Pude perceber, na ocasião, que o sentimento cívico era especialmente notável nas gerações mais jovens dos alunos que participaram do desfile. Nossos jovens estão mais preparados. Conhecem melhor a história de nosso país, acredito.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
A dívida.
Especulações à parte, o fato é que a prefeitura está devendo e muito. E para confirmar issso, o expert em contabilidade, Delcy Couto, falou em montante aproximado de 8 milhões depois de examinar documentos comprobatórios com os quais trabalha. Como ele mesmo disse: "a situação é delicada".Delicada porque acredito que o prefeito tenha subestimado o valor da dívida e o perigo está em se descobrir que o prefeito tenha mentido para a população e não erros por parte de sua acessoria ao encaminhar-lhe os dados sobre a dívida. Se isso realmente aconteceu, consequências de toda a natureza serão acarretadas e cairá como uma bomba na história politica do muncicípio, pois a mentira em qualquer pessoa já não traz bons fluidos para as relações,imagine em se tratando de um "Chefe de Estado? O descrédito, a desconfiança e o estragao político passa a ser enorme e aumenta as especulações acerca de que houve desvios de verba,pois na cidade não foi realizada nenhuma grande obra que justifacasse dívida tamanha. Pelo contrário, arrocho salárial, demissões frequentes e saúde e educação ainda um caos total.Vale ressaltar que o país está seguindo seu curso normal enquanto essa dívida vem incomodando sobremaneira os monlevadenses.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
O apedrejamento e outras formas de suplícios letais
A lapidação no Irã, bem como outras penas de morte terríveis de outros países, é algo brutal, bem como as demais execuções oficiais e oficiosas obtidas pelos meios ‘limpos’ do mundo atual. O caso iraniano não deveria causar espanto especial, em um mundo repleto de violências de todo o tipo.
Deve ter causado espanto aos menos informados, a persistência da pena de morte por apedrejamento no Irã contemporâneo. As grandes mídias, para variar, trataram do problema com elevado nível de "espetacularização", sem qualquer preocupação em esclarecer. A lapidação, tal como é conhecida, aparece nos Evangelhos, no episódio do encontro de Jesus com Maria Madalena. Trata-se de um modo muito antigo de executar pessoas, acusadas de crimes que pretensamente feririam a moral pública e privada. Destaca-se, como um dos mais cruéis meios, ainda existentes, de matar para organizar a sociedade ou para vingar a moral estabelecida. A crucificação, desde bem antes de se transformar em um símbolo religioso, foi a principal forma de execução usada pelos romanos em séculos de história. A fogueira, como modo de eliminar os acreditados como inimigos da Igreja, tem uma longa história de terror.
O espelho da barbárie existente nos países muçulmanos deveria ser usado para se discutir os motivos da persistência histórica de antigos costumes lá, como em todo o planeta Terra. Deveria, igualmente, servir para se atacar e tentar erradicar todo e qualquer tipo de tratamento desumano e degradante, praticado em qualquer quadrante do mundo atual. Facilmente, se podem levantar transgressões aos direitos humanos cometidas pelos países mais ricos e pelas culturas mais letradas. A barbárie não é privilégio de nenhuma etnia ou religião, a não ser que se aceitem os critérios racistas. A questão dos direitos humanos não deve ser compreendida como algo válido somente para as culturas que os propuseram. Ao levantar esta bandeira, nenhuma formação histórica nacional está livre de ser examinada em suas mazelas. O resto é hipocrisia pura, esta, moeda corrente no mundo contemporâneo.
Deve ter causado espanto aos menos informados, a persistência da pena de morte por apedrejamento no Irã contemporâneo. As grandes mídias, para variar, trataram do problema com elevado nível de "espetacularização", sem qualquer preocupação em esclarecer. A lapidação, tal como é conhecida, aparece nos Evangelhos, no episódio do encontro de Jesus com Maria Madalena. Trata-se de um modo muito antigo de executar pessoas, acusadas de crimes que pretensamente feririam a moral pública e privada. Destaca-se, como um dos mais cruéis meios, ainda existentes, de matar para organizar a sociedade ou para vingar a moral estabelecida. A crucificação, desde bem antes de se transformar em um símbolo religioso, foi a principal forma de execução usada pelos romanos em séculos de história. A fogueira, como modo de eliminar os acreditados como inimigos da Igreja, tem uma longa história de terror.
O espelho da barbárie existente nos países muçulmanos deveria ser usado para se discutir os motivos da persistência histórica de antigos costumes lá, como em todo o planeta Terra. Deveria, igualmente, servir para se atacar e tentar erradicar todo e qualquer tipo de tratamento desumano e degradante, praticado em qualquer quadrante do mundo atual. Facilmente, se podem levantar transgressões aos direitos humanos cometidas pelos países mais ricos e pelas culturas mais letradas. A barbárie não é privilégio de nenhuma etnia ou religião, a não ser que se aceitem os critérios racistas. A questão dos direitos humanos não deve ser compreendida como algo válido somente para as culturas que os propuseram. Ao levantar esta bandeira, nenhuma formação histórica nacional está livre de ser examinada em suas mazelas. O resto é hipocrisia pura, esta, moeda corrente no mundo contemporâneo.
domingo, 8 de agosto de 2010
Pirâmide ou bancarrota ? Afinal...
O susto é mesmo universal, grande e respinga na já abalada confiança dos investidores mundo afora. Como já amplamente alardeado pela imprensa especializada, estamos diante de mais um esquema de fraude por aqui, Minas Gerais. Em proporção menor, claro , mas muito parecido com o que aconteceu nos Estados Unidos e que dizimou com cifras bilionárias de aplicadores, diga-se de pasagem, banqueiros e não meros investidores como o que está ocorrendo aqui.Estou m e referindo ao Madoff mineiro que, a partir de amanhã, será considerado um foragido da polícia, caso nao compareça para dar explicações para o possível rombo contra cerca de dois mil invesstidores da Firv.Embora o Bernard Madoff tivesse dito que era praticamente impossível violar as regras, isso parece nao ser verdade , visto que ele conseguiu e parece que o nosso Madoff mineiro, também. Agora eu pergunto: Pirâmide ou bancarrota? Se pirâmide, ela funciona da seguinte forma e é bastante simples: basta que novos investidores entrem em ritmo maior que o de saída de antigos participantes. Desta forma, o dinheiro daqueles que ainda estão investindo são usados para pagar aqueles que decidiram sacar. Pirâmide justamente porque enquanto existirem mais pessoas interessadas em entrar (base da pirâmide), a base do esquema sustenta sua operação. Aqueles que sacam (topo da pirâmide) não são peças capazes de desestabilizar a estrutura.
Preliminarmente foi isso que aconteceu, mas a atitude desse senhor não deixa de ser irresponsável e leviana e, portanto, precisa prestar conta de todo o dinheiro investido e administrado por ele.Não acredito em pirâmide e sim em bancarrota mesmo, ou seja, má gerência intencional para possibilitar o desfalque. Afinal, ele tinha toda a autonomia para decidir sobre entrada e saída de dinheiro e, por isso, com acesso para saques e depósitos. A justiça precisa ser exemplarmente exercida e coibir isso tipo de manobra financeira, porque se a moda pega por aqui, com certeza, nao sobrará ninguém para contar a história, pois nossa esconomia é infinitamente inferior à dos Estados Unidos da América. Lá a perda foi da ordem de bilhões e, mesmo tendo conseguido desestabilizar o mercado, o país está saindo, com dificuldades, claro, da situação que o senhor Madoff de lá proporcionou para aquela trilhardária (dólar) economia.
Preliminarmente foi isso que aconteceu, mas a atitude desse senhor não deixa de ser irresponsável e leviana e, portanto, precisa prestar conta de todo o dinheiro investido e administrado por ele.Não acredito em pirâmide e sim em bancarrota mesmo, ou seja, má gerência intencional para possibilitar o desfalque. Afinal, ele tinha toda a autonomia para decidir sobre entrada e saída de dinheiro e, por isso, com acesso para saques e depósitos. A justiça precisa ser exemplarmente exercida e coibir isso tipo de manobra financeira, porque se a moda pega por aqui, com certeza, nao sobrará ninguém para contar a história, pois nossa esconomia é infinitamente inferior à dos Estados Unidos da América. Lá a perda foi da ordem de bilhões e, mesmo tendo conseguido desestabilizar o mercado, o país está saindo, com dificuldades, claro, da situação que o senhor Madoff de lá proporcionou para aquela trilhardária (dólar) economia.
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